Joinville
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Geografia de Joinville

A zona leste da cidade de Joinville, com a baía da Babitonga ao fundo, vista a partir do Mirante do Boa Vista

Geografia

O rio Cachoeira passa pelo centro da cidade e desemboca na baía da Babitonga. O município ainda conta com extensas áreas de manguezais (mangue).

Joinville é em geral plana, situando-se ao lado da baía da Babitonga – um dos atrativos naturais do município, ocorrendo algumas pequenas elevações conforme vai-se afastando. A altitude da sede é de 4,5 metros, embora, na parte central da cidade, a altitude chegue a apenas 4 cm, o que, em dias de maré muito alta, causa alagamentos.

Há montanhas elevadas em torno da cidade. A área em torno do rio Cachoeira é quase toda urbanizada, mantendo alguns manguezais preservados.

O ponto culminante é o Pico Serra Queimada, com 1 325 metros de altitude, na Serra Queimada. A vegetação em torno da cidade e nos morros em sua área urbana é constituída por remanescentes da mata Atlântica, o que faz com que a cidade se situe em uma zona com características do clima subtropical, com média anual de temperatura acima dos 19 graus e alta umidade durante a maior parte do ano.

A hidrografia da região de Joinville não é formada somente pelo Rio Cachoeira, mas também por mais de 60 córregos, canais e riachos que alimentam a Baía de Babitonga.

joinville-aerea-arq-promotur Imagem aérea de Joinville
Gráfico climático para Joinville
JFMAMJJASOND
 
 
328
 
30
21
 
 
261
 
29
21
 
 
230
 
28
20
 
 
140
 
27
18
 
 
76
 
24
14
 
 
96
 
21
12
 
 
108
 
20
11
 
 
107
 
21
13
 
 
204
 
22
14
 
 
201
 
24
16
 
 
195
 
26
18
 
 
169
 
29
19
Temperaturas em °CPrecipitações em mm
Fonte: [EPAGRI/CIRAM]

Clima de Joinville

Durante o verão, a temperatura pode passar dos 40 graus centígrados a cada dois ou três anos, com recorde de 42,6.

No inverno, a mínima chega a normalmente a 3 graus centígrados. Há relatos de que, em 2000, a temperatura tenha chegado a -2 graus centígrados.

A cidade sofre constantemente com enchentes. As maiores foram as de 1972, 1995, 2008 e 2010.

A pior foi a de 2008, quando muitos rios subiram e só começaram a baixar 1 semana depois.

Mas o Centro também sofre alagamentos corriqueiros, como, por exemplo, quando ocorre chuva de verão muito violenta e há a ocorrência de sistema de maré alta.